O Gamasutra tem artigo interessante sobre o papel que os videojogos tiveram nas eleições presidenciais Norte-Americanas de 2004 e nas da próxima terça-feira.O interesse crescente em relação aos videojogos é curioso. Já é do conhecimento geral que é um grande negócio e actualmente o público alvo é muito abrangente. IMHO, começou com o EyeToy ainda com a PlayStation2 e depois a Wii veio consolidar o posicionamento de entretenimento "para toda a família".
Com a oferta de jogos que temos no mercado já acho complicado não haver algo para um determinado segmento de mercado. Numa altura em que o fantasma da crise é a notícia do dia há quem defenda que os videojogos não têm de ter medo do que aí vem (entrevista a Rob Pardo da Blizzard aqui). O facto é que 13€ ou 14€ de mensalidade para jogar World of Warcraft não são nada comparados com o embate financeiro de uma noite bem passada no Bairro Alto.
Tudo isto para dizer que não me espanta ver a campanha eleitoral dos Estados Unidos num videojogo. Aliás, até aplaudo a iniciativa. Espanta-me é não tentarem "vender" mais coisas enquanto estou a jogar. Quando estou a ver o Heroes estão a tentar vender-me carros Nissan (Rogue e Versa) e supostamente vejo a série uma vez e já passou. Pelo tempo que eu e milhões de jogadores passamos em Orgrimmar, Undercity e Shattrath City já deviam ter tentado vender-nos uns Big Macs.
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